19 de julho de 2011
Imprimir | Indicar a um amigo Toque terapêutico alivia a dor de pacientes em unidade hospitalar

CARAZINHO - No início de julho, a turma de Prática Supervisionada de Semiologia em Enfermagem da Ulbra Carazinho, sob a supervisão da enfermeira Maristela Rodrigues, realizou a prática do toque terapêutico em pacientes internados no posto 1 do Hospital de Caridade. O toque terapêutico aplicado foi a associação do toque com acupressura e relaxamento. A atividade teve como objetivo aliviar a dor e a ansiedade através do toque terapêutico por meio do vínculo estabelecido entre paciente e acadêmico de enfermagem, realizando o cuidado humanizado.

Maristela explicou que inicialmente foi preparado o ambiente para que se tornasse harmônico e terapêutico, lançando mão da aromaterapia, musicoterapia e de exposição ao sol da tarde. “O paciente foi convidado a se dirigir ao local preparado e, a partir deste momento, passou a receber o toque nas mãos e na região cervical/torácica posterior. Ao som da música relaxante e voltado para o sol, o paciente se entregou à agradável sensação do toque que alivia a ansiedade, relaxa e traz a sensação de conforto”, relatou a professora, comentando que os pacientes impossibilitados de sair do leito receberam o toque no próprio quarto.

Os alunos puderam vivenciar diretamente o cuidado baseado na sistematização da assistência de enfermagem, identificando os diagnósticos de conforto prejudicado, ansiedade e dor. “Os acadêmicos do curso aplicaram as intervenções e imediatamente verificaram a sua eficácia. Esta atividade foi a verdadeira expressão de que o cuidado de enfermagem pode e deve ser planejado, organizado,efetivado e avaliado”, conta Maristela, enfatizando também que é somente através deste processo que a profissão estará resgatando o seu verdadeiro objetivo e diferencial de cuidadora.

Maristela percebeu que em apenas um dia o simples toque pode transformar o ambiente hospitalar em um local transparente, alegre e mais leve. “Isto se expressou por meio do sorriso de agradecimento dos pacientes, da verbalização de alívio e conforto emitida por eles. Estes pacientes demonstraram sua gratidão e alegria pelo cuidado e atenção recebidos”, conta.

Ao término dos procedimentos, os envolvidos perceberam que o objetivo da atividade foi atingido. Para a enfermeira, o processo ensino-aprendizagem se estabeleceu de forma integral, e a teoria implementou a prática e qualificou o cuidado.



Fonte: Jornal do Comércio/Jornal Cidades | Pág. 1 - Clipado em 15/07/2011




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Palavras de Moacyr Scliar

Na qualidade de profissional da área da saúde, tenho a maior admiração por "O Cuidador", bela publicação editada por Marilice Costi que preenche, com sensibilidade e competência, uma lacuna: aquela representada pela necessidade de amparar os que cuidam de pessoas com limitações. Este periódico é um benefício para toda a sociedade.



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