29 de maio de 2015
Imprimir | Indicar a um amigo Alzheimer - Novidades em pesquisa com medicamento chinęs
Luz no fim do túnel
Luz no fim do túnel

"Um medicamento elaborado por cientistas chineses, que conseguiu resultados positivos na desaceleração do avanço do Alzheimer em animais, entrará, em breve. em fase de testes clínicos, anunciaram os responsáveis pelo projeto. O fármaco, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Saúde e Biomedicina de Cantão da Academia Chinesa de Ciências, vem mostrando efetividade na melhora da memória e das habilidades cognitivas de animais, explicou o diretor da equipe responsável pelo projeto, Hu Wenhui. Menos danos, Após uma bem-sucedida experiência em suínos da Guiné, foi decidido que, na fase seguinte de desenvolvimento deste composto, chamado AD16, serão feitos testes com seres humanos. O AD16 desacelera o avanço do Alzheimer, ao funcionar como um agente antineuroinflamatório que pode aliviar os danos causados pelas proteínas bela-amiloides nos neurônios. Os fragmentos dessa proteína são acumulados no cérebro das pessoas que sofrem de Alzheimer, formando depósitos que impedem que as células possam se conectar entre si e transmitir os impulsos nervosos, o que acaba afetando suas habilidades cognitivas e sua memória. Excesso de DNA no cérebro tem ligação com o mal de Alzheimer O excesso de DNA no cérebro está associado ao mal de Alzheimer, segundo um novo estudo publicado na revista eLife. As conclusões da pesquisa podem auxiliar na busca por terapias para outras doenças neurodegenerativasi incluindo o mal de Parkinson. Até agora, os cientistas haviam identificado mutações capazes de explicar a origem da doença em apenas 5 dos casos. Esse é o percentual de ocorrências do conhecido "Alzheimer familiar", quando uma forma do mal afeta mais de uma pessoa da mesma família. A carga extra de DNA é a presença de cópias excessivas do gene APF: cuja quebra é responsável por produzir uma molécula prejudicial à atividade cerebral dos pacientes. Ainda não se sabia, porém, se o APP desempenhava algum papel nos outros 95 dos casos de Alzheimer. No estudo, a equipe comprovou que o DNA dos portadores era até 10 mais "volumoso", "Mostramos agora que, na maioria desses casos, em que não existe herança familiar da doença, também é possível observar cópias extras desse gene", conta Stevens Rehen, coautor do levantamento. Especula-se que, com a idade, os neurônios buscam em vão evitar seu próprio envelhecimento e, para isso, eles tentam se multiplicar. Não conseguem evitar a própria morte, mas, durante a tentativa, acabam sintetizando mais DNA, incluindo aí as famigeradas cópias extras do APP A equipe do neurocientista desenvolve o trabalho desde 2001, quando levantou a hipótese de que o cérebro é semelhante a um mosaico. "Nem todas as células do cérebro têm 46 cromossomos, como aprendemos", revela o pesquisador. "O estudo é uma quebra de paradigma, Cada cérebro tem alterações próprias e forma um mosaico com neurônios distintos entre si do ponto de vista genético. Ele conta com urna identidade própria e mutável, forjada ao longo da vida." (AG)

 

Caderno Reportagem  P. 8

Clipado em 29.05.2015  às 06h25 



Fonte: Jornal O Sul




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Palavras de Moacyr Scliar

Na qualidade de profissional da área da saúde, tenho a maior admiração por "O Cuidador", bela publicação editada por Marilice Costi que preenche, com sensibilidade e competência, uma lacuna: aquela representada pela necessidade de amparar os que cuidam de pessoas com limitações. Este periódico é um benefício para toda a sociedade.



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