28 de fevereiro de 2014
Imprimir | Indicar a um amigo Pais! Registrem seus bebês no hospital

Cerca de 80 maternidades do Rio Grande do Sul receberam ontem equipamentos de informática, como impressora, scanner e computador com acesso à Internet, os quais irão compor um pequeno escritório de registros civis dentro do hospital. Assim, os recém-nascidos irão para casa já registrados. Na cerimônia, o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado, Fabiano Pereira, falou da iniciativa. "Ter nome e sobrenome é o primeiro direito do cidadão. O RS está empenhado em ser o primeiro Estado brasileiro a erradicar o sub-registro de nascimento", celebrou.

O secretário lembrou que o registro civil é necessário para o acesso a serviços essenciais, como saúde, educação, pensão no caso de falecimento dos pais e até programas de assistência social, como o Bolsa Família.

Parceira no projeto, a Defensoria Pública do Estado irá realizar mutirões para que crianças e adultos possam ter seu registro civil. O órgão, ainda, tem atuado na conscientização de pais e mães sobre a importância do documento logo após o nascimento. Também busca identificar o pai da criança, quando ele não assume o filho para que a certidão tenha o nome paterno. Segundo a defensora pública Adriana Schefer, a cada mês no RS, a Defensoria atua em 500 pedidos extrajudiciais de exame de DNA para reconhecimento da paternidade. "O registro completo representa dignidade e identidade ao indivíduo. A ausência do pai gera insegurança e fragilidade da família. Pelo menos metade dos internos da Fase desconhece seu pai e sofreram essa influência em seu comportamento", lamentou.
A representante do Hospital São Vicente de Paulo, de Três de Maio, Rosenilda Policeno, afirmou que haverá mais força na rede de direitos que chegam às comunidades do Interior.

Correio do Povo
Geral - p.16
Clipagem: 19/02/2014 06h05






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Palavras de Moacyr Scliar

Na qualidade de profissional da área da saúde, tenho a maior admiração por "O Cuidador", bela publicação editada por Marilice Costi que preenche, com sensibilidade e competência, uma lacuna: aquela representada pela necessidade de amparar os que cuidam de pessoas com limitações. Este periódico é um benefício para toda a sociedade.



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