31 de outubro de 2013
Imprimir | Indicar a um amigo Terapias Alternativas e idosos

Estado aposta em terapias alternativas

Encontro na Capital debate as políticas públicas sobre o envelhecimento da população.

No início deste mês, o Estatuto do Idoso completou dez anos, e a discussão sobre a criação de políticas públicas voltadas para as pessoas acima de 60 anos se faz cada vez mais necessária e atual. Somente no Estado, existem aproximadamente 1,5 milhão de pessoas nessa faixa etária, o que significa 13% da população. Em alguns anos, a tendência é de que esse número se multiplique, obrigando as cidades a se prepararem para atender com qualidade a essa demanda. 


Pensando nessas questões, está sendo realizado na Capital o 6º Encontro Estadual da Saúde da Pessoa Idosa, no Hotel Continental. Ontem, representantes do governo do Estado apresentaram a agenda de compromissos com a saúde da população da terceira idade. Uma das novidades é a elaboração de uma política de práticas integrativas que visa a aplicar a medicina alternativa em conjunto com a tradicional. 

 

A prática dessas atividades reduz comprovadamente o consumo de remédios, principalmente de antidepressivos. De acordo com o secretário adjunto estadual da Saúde,Elemar Sand, o objetivo das ações é fazer com que as pessoas vivam mais com qualidade. “Estamos trabalhando junto aos municípios, com as equipes de atenção básica realizando atividades preventivas”, explica.

 
Para atuar na esfera da prevenção, serão oferecidas outras formas de tratamento menos onerosas, como o incentivo a terapias alternativas, como reike, tai chi chuan e fitoterápicos. Além disso, campanhas mais específicas estão sendo elaboradas para o cuidado das doenças crônicas não transmissíveis, que são as principais causas de morte dos idosos. Sand ressalta que o repasse do governo estadual aos municípios tem aumentado. Dentro do programa voltado ao idoso na atenção básica, foram destinados, neste ano, R$ 15 milhões. O secretário adjunto destaca que um dos desafios para o atendimento é a qualificação de profissionais da saúde. 


“Trabalhamos com o atendimento multiprofissional, mas é preciso que a sociedade civil participe e se motive, aumentando o número de cuidadores de idosos”, ressalta. Priscila Farfan Barroso, coordenadora da Saúde do Idoso da Secretaria Estadual de Saúde, explica que estão sendo realizados diversos cursos de aperfeiçoamento para os profissionais que já atuam na promoção, prevenção e reabilitação da saúde das pessoas com mais de 60 anos. 


“Estamos desenvolvendo um material sobre as doenças sexualmente transmissíveis para os idosos, pois a incidência de HIV/Aids tem aumentado. Também buscamos contato com as universidades para conhecer as pesquisas mais recentes nessa área”, explica. 



Fonte: Jornal do Comércio - Geral - Pág. 27




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Palavras de Moacyr Scliar

Na qualidade de profissional da área da saúde, tenho a maior admiração por "O Cuidador", bela publicação editada por Marilice Costi que preenche, com sensibilidade e competência, uma lacuna: aquela representada pela necessidade de amparar os que cuidam de pessoas com limitações. Este periódico é um benefício para toda a sociedade.



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