Gatilho nas palavras

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Gatilho nas palavras
Preço: R$ 32,00

Relacionamento instável, sedutor, apaixonante, sempre ambivalente. Um amor da juventude que tenta se restabelecer na maturidade, através da comunicação à distância. Dezenas de e-mails, mensagens de celular, telefonemas, muita conversa. Relação plena de desejo e de afinidades. Quando os corpos se encontram, as palavras comungam? Ou transitam por algum transtorno mental? Assim como atilhos que prendem, afastam, esticam, machucam, o amor sonhado irrompe em mágoa e fogo, como um gatilho puxado. O atilho rompido. Tão simples terminar uma relação no século XXI? 

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"Foi um prazer o encontro com o livro de Marilice Costi, Gatilho nas Palavras. Escrito com sensibilidade e lirismo, com personagens dotados de uma comovente humanidade, relata as dores e amores de pessoas como nós, habitantes deste incerto e frágil tempo. "
Helena Surreaux, psicanalista
Porto Alegre, RS
"Cara amiga e escritora. Comentei a dias que havia lido seu livro, mas faltava eu deixar aqui registrado isso. Gatilho das Palavras mexe com todas as mulheres que tem ou já tiveram paixões platônicas ou encantadas. Dessas paixões que não atam nem desatam. Seria por a mulher ser a eterna romântica que desde pequena descobre que a felicidade vem acompanhada de um príncipe com cavalo branco que vem despertá-la? Seria pelo coração de manteiga cheio de carinho, como o de mãe, que quer sempre cuidar dos que tem carinha de carente? Quantas não sofreram pelas incertezas, idas e vindas, sem conseguir desatar o nó que as une com alguém que parece lhe amar mas que preferem se manter distantes? Seu livro me aflorou isso porque já tive amor platônico sem um beijo sequer mas que durou mais tempo que deveria, justamente por ser uma romântica sonhadora. Muito bem redigido, poético e metafórico, eu diria. Parabéns! Adorei seu livro e o recomendo. Sucesso para você, querida mais nova amiga de infância! Beijo."
Elianete Vieira, analista de sistemas
São Paulo, SP
"Marilice. Terminei de ler "Gatilho nas palavras". Menina! Adorei! Reinventando a literatura simples dos encontros e desencontros na imensidão de partidas e chegadas. Uma historia quase masculina com meias-palavras feminina.Esquivando-se de seus próprios limites, de sua impossibilidade de encontro, comungando entre o corpo e as palavras. A constatação de que existe um novo locus, ou um novo topos para o amor-paixão, ao menos no universo da linguagem com todas as possibilibilidades. Bjos no coração. "
Marilene Dantas, gerente comercial
São Paulo, SP
"Que bom que vais estar no Programa Primeira Pessoa, no sábado, na TVE, com a Ivette Brandalise! Isto é divulgação de um trabalho muito importante que precisa ser divulgado. Fico muito feliz por ti. Que DEUS te abençoe e que tenhas uma ótima entrevista, que seja um sucesso. Ah! a propósito, li o teu livro e gostei muito é bem diferente do que escrevo, pois escrevo para crianças, mas o teu livro lembrou-me um livro da Marta Medeiros: "Tudo que eu queria te dizer", que AMEI, era somente com cartas a várias pessoas, tal como os email entre os teus personagens. Parabéns!! Te desejo muito sucesso na Bienal, vi num email da editora Scortecci que estará lá, que maravilha! Nesse ano ainda não vou poder ir, mas tenho certeza que vamos nos encontrar em outras Bienais. Um grande abraço."
Eva Maria Severo dos Santos, -
-, RS
"Marilice! Recebi teu livro. Li. Reli boa parte, já fiz um comentário no Facebook e publiquei uma foto da capa este fim de semana. O livro está muito bom! Aliás, já te disse, sem babação, que a maneira tua de escrever é algo único. Maravilhoso. O livro é diferente. Impossível largar depois que se começa. Acho que ainda teremos muito boas notícias desse romance. Tive um ataque de rir quando você descreve e faz considerações a respeito da cerveja devassa. Ninguém faria uma análise mais verdadeira. Curti muito e ainda estou curtindo. Um grande abraço e parabéns mais uma vez. "
Dilamar Santos, artista plástico
Florianópolis, SC
"Querida! Recebi os 5 volumes do "Gatilho nas palavras" que encomendei. Vou dar alguns presentes e fazer propaganda. Li teu livro e reli alguns capítulos. Achei poesia pura e fiquei emocionada. Eu estou gostando muito. Desejo que vendas muito. Felicitações!"
Neusa Jung Ferreira, pedagoga aposentada
Passo Fundo, RS
"No livro (G)atilho nas palavras, de Marilice Costi, o personagem masculino usa Darwin para justificar sua galinhagem: homens têm grande quantidade de esperma para espalhar seu sêmen e povoar o mundo, mulheres possuem poucos óvulos e vida sexual curta. Esse tipo de homem esquece que Darwin também concluiu que as espécies evoluem, modificando seu comportamento para se ajustarem às novas condições ambientais, ou sócio-ambientais, no caso humano. Ele parou no tempo. O mundo já está super-povoado. As mulheres estão independentes, praticam sexo por puro prazer, a procriação passou a ser ato de vontade. Além de contarem com reposição hormonal e anticoncepcional, atualmente nem precisam da presença do macho para engravidar, embora dependam de seu sub-produto. Por seu lado, a personagem feminina, recém-separada de um marido fraco, apesar de empresária e financeiramente bem posicionada, está carente e fixada em formar um novo par. Focalizado nos processos de comunicação entre as partes, o livro retrata o momento de pessoas de meia-idade perdidas entre duas gerações, mantendo algumas atitudes conservadoras enquanto transitam na modernidade, desorientadas por duas revoluções ocorridas no século passado, o feminismo e a informática. Estes movimentos resultaram decisivos para os relacionamentos interpessoais, pois influíram nas instituições, no trabalho, na cultura e na política, bagunçando os valores e os papéis tradicionais, o que transparece no enredo da novela. Vivemos uma época de transformações rápidas, onde, usando a metáfora da autora, o atilho estica para depois se soltar num gatilho, e, segundo Darwin, só os que se adequarem, os mais fortes, sobreviverão. "
R.Novaes-Bueno, jornalista
Porto Alegre, RS
"Marilice, Tive que escrever pra ti assim que li as dez primeiras páginas do teu livro Gatilho nas Palavras. Está ótimo! Ao nível das poesias do Ressurgimento. Nossa! Eu sabia que já eras escritora, mas cresceste muito. Parabéns! Deves concorrer a todos os prêmios possíveis!"
Terezinha Becker, psicóloga e ceramista
Porto Alegre, RS
"Querida Marilice Ao ler teu livro "Gatilho nas palavras", minha atenção foi imediatamente catapultada para dentro de um jaquard de tricô em cores fortes como vinho tinto, o verde das folhas escuras, terra, céu e água. A leitura me consumiu em quatro horas de encantamento penetrando na coragem espantosa de uma escritora que parece fazer strip-tease emocional com o ritmo e a densidade de uma dançarina do ventre. Invejável o teu talento para despir o ser humano e mostrar como é possível se desapegar graciosamente das malas e das marcas que um relacionamento sempre deixa. Adorei as comparações, as metáforas, a descrição nua e crua de sentimentos de tantas mulheres. Fiquei comovida com a empatia que o teu texto me proporcionou. Amei!"
Patrícia Torres, rp
Porto Alegre, RS

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Palavras de Moacyr Scliar

Na qualidade de profissional da área da saúde, tenho a maior admiração por "O Cuidador", bela publicação editada por Marilice Costi que preenche, com sensibilidade e competência, uma lacuna: aquela representada pela necessidade de amparar os que cuidam de pessoas com limitações. Este periódico é um benefício para toda a sociedade.



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